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Rio de Janeiro

Com média de R$ 7,21, DF tem a segunda gasolina mais cara do país – Notícias

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O Distrito Federal tem a segunda gasolina comum mais cara do país, aponta levantamento de preços feito pela ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Entre os dias 7 a 13 de novembro, o preço médio nas bombas chegou a R$ 7,21. A capital só perde para o Rio de Janeiro, onde a gasolina chegou a R$ 7,99 no mesmo período analisado. 

A diferença no preço da gasolina pode chegar a 40% no mesmo estado, segundo a ANP. As maiores divergências, que superam R$ 2 por litro, foram encontradas em São Paulo (de R$ 5,297 até R$ 7,399) e no Rio Grande do Sul (de R$ 5,769 até R$ 7,999). As variações equivalem a 39,7% e 38,7% de variação, respectivamente.

Mesmo com a disparada dos valores, a gasolina ainda segue mais competitiva do que o etanol para os motoristas de todos os estados e do DF. De acordo com agência, o preço médio cobrado pelo litro da gasolina nos postos brasileiros subiu 0,64% na semana passada e passou a ser vendido por, em média, R$ 6,753.

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O etanol, por sua vez, também manteve a trajetória de alta verificada nas últimas semanas. Com o reajuste de 1,89%, o litro do álcool combustível é comercializado pelo valor médio de R$ 5,394.

Ainda que o etanol esteja custando menos em todas as regiões, a conta considera que abastecer com álcool só vale a pena quando o valor do combustível custar menos do que 70% do preço cobrado pela gasolina. Essa diferença significativa ocorre porque o veículo abastecido com álcool gasta mais litros para percorrer a mesma distância do que o com gasolina.

Alternativa

Diante desse cenário, o número de motoristas brasileiros que optaram por transformar seus veículos para abastecer com GNV (gás natural veicular) mais do que dobrou nos primeiros meses deste ano e já supera o volume de conversões realizadas em 2020.

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De acordo com dados da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), foram contabilizadas 150.118 conversões automotivas entre janeiro e agosto de 2021. O volume é 106,3% maior do que o apurado no mesmo período de 2020, quando ocorreram 72.757 transformações, e já supera em 5,6% as 142.223 instalações realizadas no ano passado.

Fonte: R7

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